O lado bom do Facebook: ainda temos os grupos.

A internet é uma coisa maravilhosa, não é? Apesar dos pesares, de vez em quando vem à tona alguma iniciativa que faz nossos olhos brilharem novamente. O Facebook tá cada dia mais chato, mas ao mesmo tempo, tenho descoberto alguns grupos ótimos, cheio de gente legal e disposta a ajudar.

 

Claro que sempre tem um espírito de porco no meio, mas é nesses momentos que vemos a união das pessoas em torno de uma causa / objetivo do grupo.

 

Há uns 8 meses, eu parei de tomar anticoncepcional. Sou fumante, bebo frequentemente, não pratico exercícios físicos e tenho caso de pessoas com trombose na família, fui irresponsável por mais de 10 anos. Não sabia o risco que estava correndo, na verdade. O ginecologista sempre falava algo do tipo: “vamos parar de fumar, né! beber menos!”. Querido, a vida não é assim.

 

Claro que o cigarro e a cerveja de toda semana, junto com a falta de exercícios são completamente nocivos para a saúde e propocionam outros danos que vão muito além da trombose. Assim como o anticoncepcional oferece muitos outros riscos a longo prazo. E, na minha opinião, se algo interrompe a natureza do corpo, bem não pode fazer. Em Abril desse ano, saiu uma matéria assustadora na Revista Época falando sobre o assunto. Isso foi a gota d’água para a minha decisão de parar com a pílula.

 

Mas e aí, né? Só a camisinha basta? 

 

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Complicado. Começando que além de ser um método contraceptivo, o uso da camisinha é indispensável na prevenção de outras doenças, então sim, tem que usar. Mas falando somente em evitar a gravidez antes de saber declarar o próprio imposto de renda, embora a eficácia seja de 97%, sempre tem aquele 3% que nos faz pensar: “They should put that on the box!” (fãs de Friends, vem comigo!). Mas eles colocam. Mas se estoura, mas se não for colocada direito, mas se na hora de tirar… mas, mas…

Quem nunca ficou grilada com essas coisas? É melhor ter um plano B, correto?

 

Foi aí que comecei minhas pesquisas sobre outros métodos. Google, milhões de sites e matérias, respostas duvidosas do Yahoo! Answers e… grupos do Facebook. Foi aí que encontrei o Adeus Hormônios: Contracepção não hormonal. Grupo só de mulheres, até porque é um assunto que homem nenhum precisa palpitar, todas trocando experiências, dicas, tirando dúvidas e contando causos. Foi assim também, que descobri um grupo sobre coletores menstruais, que foi crucial na minha decisão de não usar mais absorventes.

 

Além de assuntos femininos, os grupos me ajudaram quando resolvi começar a me alimentar melhor.

 

Não que eu me alimentasse mal, sempre comi bem e nunca fui de comer porcaria. Salvo a coca-cola, que eu era viciada e agora só tomo de vez em quando. Comecei a pesquisar, pensar numa dieta com menos carne, entender por quais proteínas eu poderia substituir, encontrar substitutos para o leite, enfim… Embora nunca tivesse passado pela minha cabeça deixar de comer carne totalmente, muito menos me tornar vegana, encontrei o Ogros Veganos. Um grupo delicioso onde a galera posta foto dos rangos e a receita prozamigo. É aquele grupo que quando aparece no meu feed perto da hora do almoço, meu estômago ronca na hora.

 

Tem roupa parada no armário? Comprou algo por impulso e não gostou? Ganhou um presente que não serviu? Não tem problema, você pode vender nos grupos de Brechó!

 

Eu estou em pelo menos uns 20: Brechó Trash, Brechó Alternativo, Brechó linha 2 – azul, Brechós de inúmeras faculdades… Além de vender, você pode trocar também. O mesmo pode ser feito com móveis usados, discos e mais um monte de coisa. Tá procurando apartamento para alugar? Tem grupo!

 

Os grupos tem servido como grande influenciador na hora da decisão da compra de algo ou de alguma mudança de hábito. Quem sabe dessa forma não conseguimos agregar mais pessoas afim de um consumo consciente e hábitos mais saudáveis?

 

E vocês participam de algum grupo?

 

 

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6 documentários para quem gosta de música

Watch it!

 

Sou capricorniana e isso faz com que eu me interesse de uma forma meio acadêmica, se é que pode se chamar assim, por coisas comuns. Por exemplo, se eu gosto de uma banda, eu preciso saber qual era a cor da cueca do guitarrista da terceira formação que havia sido substituído por outro após uma overdose antes do show de 1977 no Japão.

 

E eu não vou perder a oportunidade de contar essa curiosidade para quem estiver perto quando tocar a música em questão.

 

Um bom meio de descobrir todos esses detalhes, é assistindo documentários. Honestamente, eu acho que prefiro assistir documentários do que filmes de ficção, assim como ler biografias ao invés de outras literaturas.

 

Prefiro os documentários musicais, por razões óbvias. E por isso, resolvi fazer uma lista com alguns documentários que assisti recentemente (ou não) e gostei bastante. Saca só:

 

6 – Sound City 

 

 O Sound City era um estúdio em Los Angeles onde foram gravados grandes discos desde 1969 até 2011, ano de seu fechamento. Um dos motivos do estúdio ser tão famoso, estava na mesa de som desenvolvida especialmente para o Sound City pelo engenheiro Rupert Neve. Existem somente 4 delas no mundo. Além disso, a qualidade de gravação da bateria, o desleixo do estúdio que parecia uma república de adolescentes e a recusa por parte da gerência em aceitar os meios de gravação digital fizeram do Sound City um dos estúdios mais emblemáticos da história da música.

 

Em 2011, quando o Sound City fechou, Dave Grohl que gravou o Nevermind enquanto ainda fazia parte do Nirvana em 1991, resolveu comprar a mesa para seu estúdio e regravar grandes clássicos produzidos no famigerado estúdio.

 

O documentário é demais, conta com declarações de funcionários e ex-funcionários, bandas como Fletwood Mac, Tom Petty & The Heartbreakers, Rick Springfield, Neil Young, Rage Against The Machine entre outros… e no final, ainda tem uma baita surpresa para quem quer ouvir música.

 

 

5 – Kurt Cobain: Montage of Heck

 

Nirvana nunca foi uma banda que fez minha cabeça, por questão de gosto mesmo. Ainda assim, sempre reconheci o valor da banda para a música, de modo geral. A contribuição é inegável. Kurt Cobain também nunca foi um afeto, até eu assistir Montage of Heck.

 

O documentário teve a produção executiva da Courtney Love junto com a Frances Bean Cobain, filha do casal, foi o único documentário sobre Kurt que contou com a colaboração de sua família.

 

O filme é pesado. Dói, incomoda ao ponto de eu quase desistir de assistir. A vida de Cobain foi pesada, e o que eu mais pensava enquanto assistia era como deveria ser difícil ser ele.

 

É um documentário excelente, extremamente bem produzido e com animações perturbadoras. Ganhador do Festival de Sundance esse ano, recomendo assistir com o emocional preparado.

 

 

4 – What Happened, Miss Simone?

 

Ainda falando sobre documentários tensos, a Netflix com suas produções incríveis, lançou esse ano o What Happened, Miss Simone? documentário sobre o filme da jazzista Nina Simone. Uma das vozes mais incríveis da música.

 

Ouvir Nina Simone é difícil, é triste, é algo que pega na alma e você sente como se estivessem apertando seu coração com as mãos. Assistir um filme sobre a vida dela, é 10 vezes mais complicado.

 

Nina tinha o sonho de se tornar a primeira pianista clássica negra, isso em uma época onde os negros eram perseguidos nos EUA (como dos dias de hoje, também). Ela assistiu seu talento ser recusado por conta do preconceito que sofria e ainda assim, conseguiu se tornar uma das maiores cantoras norte-americanas. Mas isso não era o suficiente para ela.

 

Entre canções maravilhosas, composições doloridas, sucesso absoluto, violência doméstica, ativismo social e bipolaridade, Miss Simone tentou lidar com as frustrações e com o sucesso da forma como era capaz. Uma história triste com uma lição de vida incrível.

 

 

3 – Kathleen Hanna: The Punk Singer

 

Em meados de 1999, quando comecei a fazer downloads ilegais pela internet com toda aquela dificuldade proporcionada pela internet discada, uma das primeiras bandas que ouvi foi Bikini Kill. Em seguida, como haveria de ser, Le Tigre.

 

Foi quando soube o que era significava Riot Grrrl e a expressão Girls To The Front.
Foi quando li o Riot Grrrl Manifesto pela primeira vez.

 

Foi quando entendi o que era feminismo.

 

Mais de 20 anos depois, isso nunca fez tanto sentido.

 

The Punk Singer, conta a história da Kathleen Hanna, vocalista do Bikini Kill, Julie Ruin e Le Tigre, ativista e sem dúvida uma das pessoas mais importantes para o movimento feminista. Em 2005, Hanna anunciou que não se apresentaria mais, no documentário ela explica o motivo de sua decisão.

 

 

2 – Searching for Sugarman

 

Documentário ganhador do Oscar de 2013. Mas calma, não pare de ler por aqui…

 

Basicamente, um cara de Detroit gravou um disco com os melhores produtores da década de 70 mas o disco não teve o resultado esperado. Não nos EUA. Por algum motivo, na África do Sul, o disco bombou, somente através do “boca-a-boca”. Como informação era difícil naquela época, ninguém sabia quem era o cara e muito menos o que havia acontecido com ele… Daí surgiram vários boatos.

 

Esse cara, o Sixto Rodriguez, era um cantor meio folk e de descendência mexicana que foi esquecido mas sempre esteve lá, vivão. O documentário vai atrás dele, do autor de Sugarman, seu hit de maior sucesso na África do Sul.

 

O filme é incrível e o disco do Rodriguez também, passei 2013 inteiro viciada nesse disco e ouço muito até hoje. É amor a primeira “ouvida”.

 

 

1 – The Supermensch: A lenda de Shep Gordon

 

Shep Gordon era um cara legal. Muito legal. Ridiculamente legal. Vivia chapado e tinha amigos incríveis como Jimmy Hendrix, Janis Joplin, Alice Cooper. Foi aí que começou a empresariar bandas, a primeira foi o próprio Alice Cooper.

 

Depois disso, ele foi empresário de muitas outras pessoas, acumulou histórias incríveis sobre a indústria musical, tinha uma visão muito além de seu tempo. Atuou na indústria da música, cinema, gastronomia, virou amigo do Dalai Lama, namorou a Sharon Stone, foi empresário do Blondie… enfim, quando o documentário acabou, eu só queria ser amiga dele.

 

Como eu disse, amo documentários musicais e ainda tem vários para assistir e mais um monte que não entrou na lista para não ficar um post gigantesco. E vocês? Curtem documentários? Já assistiram algum desses?

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#2 – Aconteceu essa semana

Mas que semana, hein?

sad

Tava tudo de ponta cabeça, quanta coisa horrível aconteceu. E como se não bastasse, as redes sociais e essa ideia que as pessoas criaram de que precisam ter uma opinião sobre tudo e todos, publicar o que pensa na internet, sem ter que se responsabilizar pelos seus comentários, só fazem com que a gente perca cada vez mais a fé na humanidade. Tá difícil, dá vontade de sumir.

Dentre as coisas horríveis, sérias e difíceis de lidar, ainda somos obrigadas a ver coisas como essa:

Pugliesi e sua ideia de merda.

O bom é que, se para cada tragédia temos um “ajudador”, para cada comentário infeliz, temos uma Clara Averbuck para rebater. Essa semana, durante um surto de irresponsabilidade e superficialidade, a Gabriela Pugliesi (blogueira fitness) teve o que eu costumo chamar de ideia de merda e gravou um vídeo para o snapchat onde ela diz que uma ótima forma de não sair da dieta, é mandar nude para sua melhor amiga. Se você sair da dieta, ela joga na internet.

Isso é errado e imbecil de tantas formas possíveis, que eu não consigo nem saber por onde começar a escrever algo sobre. Mas a Clara sempre sabe! <3

Mas vamos falar de coisa boa?

O abacate muito além do guacamole…

Eu gosto muito de abacate. Desde criança, quando minha avó aparecia com aquela vitamina verde ou então somente me oferecia abacate com açucar. Muito tempo depois, descobri que o abacate salgado era maravilhoso também… e aí vi essas receitas do Gulab. Pretendo tentar a maioria delas.

Eu odeio fazer as unhas até que vi essa notícia:

Marca birtânica lança esmalte em spray

Quando? Quanto? Quero! Só espero que não leve 40 minutos para secar.

 

É isso, boa semana! =D

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Sobre Discos e Afins – Parte I

(via We heart it)
(via We heart it)
Quando eu era criança, na casa da minha avó, que também era minha casa, por algum motivo todos gostavam de comprar discos de trilha sonora de novelas e filmes. Antes dos três anos de idade, após muito perturbar a paciência de todos pedindo para que colocassem meus discos de criança, me ensinaram a usar a vitrola.
Na maior dificuldade do mundo, na ponta dos pés de quem ainda não tinha confiança nas próprias pernas ao caminhar e com minha avó fazendo vista grossa, fingindo que eu não estava ali – afinal, eu não queria que ninguém me visse, não conseguia dar bom dia para ninguém antes de tocar aquela música – eu acordava todas as manhãs, abria o armário e pegava um dos discos. Na verdade, era sempre o mesmo. E não, não era Sandy&Junior – não naquele momento.
Pegava o disco da trilha sonora de Ghost. O disco era da minha tia, que no auge de seus vinte-e-poucos-anos, tinha um imenso crush pelo Patrick Swayze. Eu colocava a agulha precisamente em Unchained Melody, do Righteous Brothers. Sim, aquela que toca enquanto a Demi Moore faz a escultura em argila. Aí eu sentava em frente a vitrola, com a dupla inseparável: cobertor e chupeta, e encarava a vitrola até a música acabar. No segundo que acabava, minha avó trazia a mamadeira e aí sim meu dia começava.
Eu ainda lembro quando os cd’s começaram a substituir os discos e eu achei muito triste, mesmo sendo criança. O CD, com aquela capa pequena, aquele encarte entediante. Não dava para ser criativo nas capas, não conseguia ver os detalhes. As capas eram frágeis, quebravam por qualquer coisa e não seguravam mais o encarte que se perdia no limbo das coisas soltas.
Quando comecei a me interessar por música, por volta dos 9 anos de idade, foi natural me interessar pelos discos quase esquecidos no canto da casa. Qualquer casa-de-alguém que eu visitasse, se tivesse uma coleção perdida em algum canto, era lá que iriam me encontrar. Espirrando entre a poeira de cada disco, revirando um por um e depois guardando todos, do jeito que encontrei.
Foi inevitável passar a adolescência em sebos e revirando a Animal e a Baratos e Afins na Galeria do Rock, mesmo a vitrola velha que eu tinha em casa não funcionando mais. Eu só queria o disco, queria ver a capa, ler os créditos minúsculos algumas vezes na contra-capa. E naquela época, pasmem, eu comprava discos por R$ 15,00. Bonitões, intactos.
(via We heart it)
(via We heart it)
Porém, como todo adolescente, eu era uma fodida. O dinheiro que eu tinha era o que minha mãe me dava semanalmente para ir e voltar da escola, comer um lanche na hora do intervalo e ainda tinha que economizar para comprar meu cigarro porque sim, comecei a fumar muito cedo.
Uma vez, dando um rolê depois da escola com uma amiga, encontramos um sebo. Na verdade, era um tiozinho se desfazendo da coleção. Lembro até hoje de encontrar o Night Songs do Cinderella lacrado, lindo, perfeito e por módicos 20 reais (ou menos). Quando convenci meus pais a me darem dinheiro, o “sebo” já havia fechado.
…mas ainda não é natal.
Contei essa história toda só para enfatizar o quanto eu amo o fato dos discos estarem voltando. O que parecia que jamais aconteceria porque, veja bem, ninguém precisa de discos para conhecer música hoje em dia. Discos levam o consumo de música a um outro patamar: as pessoas dedicam um tempo para ouvir música.
Raramente, alguém compra um disco que nunca ouviu. Pelo contrário, costuma-se comprar discos que já ouviram repetidamente e, por mais que já tenha ouvido mil vezes, chegar com um disco que você gosta muito em casa e colocar para tocar na vitrola enquanto toma uma cerveja é a melhor sensação do mundo assim como garimpar discos por horas em sebos empoeirados ou, caso prefira, encontrar seus discos preferidos em uma loja hype, tomando uma cerveja e ouvindo uma boa discotecagem/show.
Comprar e ouvir discos voltou  a ser um evento com hora e data marcada. Uma ocasião. E como isso é legal… definitivamente, é uma das coisas que eu mais gosto de fazer na vida.
E vocês, tem alguma boa história envolvendo discos? Começaram a colecionar agora? Me contem, how does it feels? 😀

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Manual de sobrevivência: Férias sem dinheiro

Antes de tudo, e preciso dizer que minha relação com dinheiro é horrível, sofremos muito  e posso dizer que vivemos num relacionamento abusivo. Eu abuso do dinheiro que, por sua vez, não ~tá nem aí pra mim~.

Sendo assim, sempre que chegam as férias eu acabo sem grana pra esbanjar por aí. Viajar, então? Pff… piada. Mudar esse panorama está na lista de coisas a melhorar na minha vida. E isso precisa ser feito pra ontem.

Então minha situação atual é: 15 dias de férias, sem um puto no bolso. Tá bom, falar que estou paupérrima é mentira. Mas sabe aquela situação em que vc tem que escolher muito bem o que fazer? Não dá para investir em rolês furados, tudo tem que ser muito bem programado e garantido. Caso contrário, você gastou um dinheiro que não tem e ainda perdeu tempo com programas de índio.

Foi pensando nisso, que resolvi fazer uma lista de coisas interessantes para sobreviver às férias em tempos de crise. Mas atenção, nem tudo é super divertido.

5 – Resolver todas as pendências burocráticas que você vem adiando há meses.

Lazy

Sim. Tudo aquilo que é chato e vivemos adiando. Tem algum documento para renovar? Resolva. Precisa ir no cartório, banco, faculdade, curso, qualquer coisa chata e burocrática? Vá.

Mas Bruna, irei perder minhas férias fazendo isso? Vai sim. Mas depois você vai agradecer por não ter mais uma coisa para resolver. E… já que vc tá sem dinheiro mesmo, melhor do que ficar em casa.

4 – Visitar seus pais.

Visitar os pais

As vezes fico 1 mês sem ir na casa dos meus pais. Moramos na mesma cidade, em bairros afastados e na correria do dia-a-dia, com as mil coisas que preciso resolver e que acontecem no fim de semana, acabo sumindo um pouquinho. Ir na casa dos pais é aquela coisa, né? Você não está em casa, mas está em casa.  Esse fim de semana de férias, resolvi aproveitar com eles. Seja conversando, cozinhando ou assistindo Star Wars com o meu pai.

3 – Ir ao médico / dentista.

Ir ao médico / dentista

A gente vive reclamando da correria, né? Tem uma dorzinha ali e ignora porque não deu tempo de ir ao médico, vai ao médico e depois esquece de fazer os exames e por aí vai… dentista então, nem se fala. Em 15 dias você consegue fazer um check-up geral. No meu caso, ainda vou aproveitar os últimos dias de férias para extrair dois dentes do siso (ouch!).

2 – Ir à exposições.

Ir a exposições

Sabe a exposição da Frida que está impossível de ir no fim de semana sem ter que perder 1h na fila? E a da Patricia Piccini que também está bombando? No MIS está rolando uma do Zé do Caixão… todas essas numa mesma tarde? Claro que dá!

1 – Baladas durante a semana.

party hard

Mas espera: não eram férias sem grana? Como assim ir para a balada? Calma gente, São Paulo é gigante e tem milhões de opções baratas para todos os gosto. Quinta passada, por exemplo, rolou a Gimme Danger no Squat. A festa é ótima mas o lugar é um pouco caro, então o segredo está em tomar umas cervejas no bar do lado antes, onde o litrão de qualquer cerveja sai por módicos R$ 7,00 em pleno bairro de playboy de SP. Depois disso, vá curtir um som no Squat. Na mesma pegada da Gimme Danger existem várias outras festas legais, é só procurar direitinho.

E vocês, o que costumam fazer chegam as férias mas a grana está curta?

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Sobre a superficialidade

 

 

Acho curioso como alguns conceitos e filosofias de vida tem se tornado passageiros. Não estou aqui para fazer nenhuma crítica aos que adotam tais lifestyles, que fique claro. A questão é que, somos a geração do “só a cabecinha” e isso tem se estendido para tudo, não só a forma como disseminamos informações, mas também a forma como muitas pessoas estão se tornando superficiais em relação a muitas outras coisas.

 

Eu acredito que isso se deva ao excesso. Hoje em dia tudo é MUITO e aquela expressão easy come and easy go nunca foi tão verdadeira. A velocidade com que as coisas mudam e com que as informações chegam também influencia muito para que isso tudo aconteça. Num piscar de olhos, aquilo que era interessante ontem hoje já não é mais.

 

Até 3 meses atrás a filosofia de vida que pregavam por aí era “Largue tudo e vá viajar”, hoje apareceram aqueles que rebatem essa ideia. Em um dia, todo mundo é vegetariano mas agora o hype é ser vegano ou viver com uma dieta estranha que consiste em não comer nada cozido… enfim. Tudo muda do nada.
Não acho que as pessoas tem seguido somente o hype não, muita coisa tem sido levado a sério. O que incomoda e considero perigoso é a superficialidade das coisas. 

 

A internet está toda engajada e linda na luta pelo direito das mulheres, mas não são só dois textos que farão de você a Simone de Beauvoir.  Decidem virar vegetariano/vegano, daqui a pouco está no hospital com anemia porque não procuraram substitutos para proteína ou porque vivem de arroz e tomate. Querem seguir a filosofia do desapego, mas coloca como fator limitador somente os bens materiais, continuam apegado aos pais, amigos, ex-namorados, ideias, opiniões.

 

Se as pessoas não conseguem se concentrar mais de 90 segundos para ler um texto, como será possível formar uma opinião, adotar uma dieta saudável, seguir um lifestyle? Fazer tudo isso baseado naquele vídeo de 30 segundos do YouTube ou naquele post em tópicos do Buzzfeed é o mesmo que entrar na piscina e ficar só boiando, sem dar aquele mergulho.

 

Talvez seja necessário fazer uma reflexão a respeito do que é necessário escolher para se aprofundar, talvez seja necessário parar, respirar, pensar e entender o que pode ser interessante para o que queremos da vida. Temos milhões de opções e isso acaba nos confundindo. Quando vou no Subway por exemplo, demoro horrores para me decidir, sempre acabo escolhendo o de sempre pois sei que é mais seguro e sigo assim, na minha zona de conforto. É uma analogia boba, mas eu acredito que seja isso.

 

Temos muitas opções, precisamos escolher rápido, ficamos na zona de conforto e não conhecemos o resto do cardápio. No final, a gente enjoa do Subway e acaba indo para outro lugar até que a mesma coisa acontece novamente e o ciclo continua, etc, etc, etc…

 

Por outro lado, acredito que nossa geração é a primeira que se questiona. Não só em relação a isso, e é aí que mora o perigo, nos questionamos em relação a assuntos específicos mas esquecemos do todo, da profundidade das coisas. A procura por uma resposta é tão necessária que a primeira que aparece já parece ser o suficiente. E muito dificilmente, é.
No final, tá aí o desafio da nossa geração. Demonstrar menos profundidade e se livrar da superficialidade.

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5 filmes com música envolvida – Parte 1

Gostaria de começar esse post dizendo que já são quase 02h e eu preciso ir dormir daqui a pouco (já deveria, estar dormindo na vdd) e é por isso que essa lista só vai falar de 5 filmes. É importante dizer também, que foi difícil escolher esses 5, mas são os que estão mais vivos na minha memória e por isso fica mais fácil de escrever esse post a essa hora.

O meu critério de seleção se baseou nos filmes que mais possuem referências para mim: bandas, décadas, cenas musicais que gosto e etc. Então, ‘vamo que vamo’

Alta Fidelidade

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Conta mais…
Rob é um cara de 35 anos, dono de uma loja de discos. Veja bem, somente discos. Quando leva um pé na bunda da namorada começa a se questionar e listar os seus 5 piores términos de relacionamento, tudo com uma bela trilha sonora.

 

Me dê motivos…
Acredito que tem três motivos que me fazem gostar muito desse filme:

1 – Tem muita música. E música boa. Me identifico com a chatísse deles com relação as escolhas musicais alheias. Em uma das cenas, eles expulsam da loja um cliente que queria comprar um disco ruim, acho genial hahaha

2 – O protagonista adora fazer listas. E eu também. Raramente anoto, até ganhei aquele livro de listas de uma amiga, mas não tenho disciplina para isso. Minhas listas são mentais mesmo e super variadas. Acho que inclusive seria uma boa começar a anotar, tá aí uma coisa para colocar na lista…

3 – Eu sempre me pego nessa brisa de perguntar para os meus ex-namorados porque nós terminamos porque, quanto mais o tempo passa, eu menos lembro o que aconteceu direito, lembro como se fosse uma fase da minha vida onde eu estava completamente bêbada e agora só lembro de flashs.

Quase Famosos

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Conta mais…
Quando a irmã de Willian Miller saí da casa da mãe para viajar o mundo sendo aeromoça, deixa de presente todos seus discos para o caçula. Willian, que escreve sobre música para o jornal da escola, é convidado para escrever para a revista Rolling Stone sobre a banda Still Water, ao se aproximar da banda, conhece um mundo completamente diferente de tudo que imagina e se envolve profundamente com os antagonistas da história.

Me dê motivos…
Dou vários. Meu sonho sempre foi escrever sobre música para a Rolling Stone, mesmo antes da revista chegar ao Brasil. A vida me levou para outros caminhos, no entanto a música tá aí sempre presente. Além disso, as referências musicais que aparecem no filme são sensacionais, tem todas as bandas da década de 70. Tem sexo, tem drogas, tem muito Rock n’ Roll e tem uma trilha sonora sen-sa-cio-nal.

It’s all happening…

The Wonders

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Conta mais…
Sabe os Beatles? Sabe o The Who? Sabe o The Kinks? Todas essas bandas maravilhosas? Então… o filme retrata a trajetória da banda de 5 caras comuns que alcançaram um sucesso inimaginável. Por conta disso, acontecem vários conflitos. Todos os personagens são muito bem construídos e você se apaixona por eles quase que instantaneamente.

Me dê motivos…
Só de falar em The Wonders, já começo a cantarolar mentalmente “yoooou do that thing you doooo”. A história é bonitinha, você ri, chora, se apaixona, torce. Toda a estética da década de sessenta é muito bem retratada, tem a Liv Tyler, tem o Tom Hanks… e tem o The Wonders que faz com que você acredite que a banda realmente existe.

Detroit Rock City

Detroit Rock City KISS James DuBello Edward Furlong Giuseppe Andrews Sam Hunington

Conta mais…
Quatro garotos de Cleeveland são fãs de KISS. Entenda, os fãs de KISS são, de fato, fanáticos. Nunca vi igual, algumas bandas tem esse poder de converter jovens e torná-los xiitas. Voltando ao filme… tudo começa quando o KISS anuncia um show na cidade, e como todo bom adolescente, eles não tem um puto no bolso mas PRECISAM ver a banda. E aí começa toda a aventura dos meninos atrás de ingressos.

Me dê motivos…
Precisa? KISS já deveria ser o suficiente. Mas vamos lá:
– Preciso dizer que a trilha sonora é incrível? Tem Thin Lizzy, tem Van Halen, tem Bowie, tem Cheap Trick, tem tudo.
– O menininho do Exterminador do Futuro II, o Edward Furlong é um dos protagonistas. Por muito tempo foi meu crush de infância, logo…
– É engraçado, não tem ninguém que eu conheça que não goste desse filme, mesmo não sabendo nada sobre o KISS.
– Falei que tem KISS?

Wayne’s World

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Conta mais…
Wayne e Garth são dois caras que possuem um programa de TV na rede local da vizinhança. Quando um executivo aparece querendo profissionalizar o programa, eles aceitam e depois percebem que as coisas não seriam mais como eram antes. Em meio a isso, Wayne conhece Cassandra que tem uma banda de rock e usa seus contatos para impulsionar a carreira dela,
até que um executivo de TV, o poderso Benjamin, se interessa por Cassandra e faz de tudo para tirá-la de Wayne.

Me dê motivos…
São muitos. Começando pela tradução do ttítulo para o português: “Quanto mais idiota melhor”. Eu tenho certeza que o encarregado por traduzir os títulos de filmes (sei lá quem tem esse emprego maravilhoso), deve ter assistido ao filme e pensando “Que bosta!” e aí deu esse nome cretino.

É idiota mesmo, mas é divertido. Tem as camisetas do Garth, tem a trilha sonora ma-ra-vi-lho-sa, tem a cena clássica deles cantando Bohemia Rhapsody do Queen no carro e tem a minha cena preferida, que é um diálogo totalmente no sense entre o Wayne e o Garth enquanto estão observando aviões no aeroporto.

Além disso, Garth será minha próxima fantasia em alguma possível festa.

É isso, pretendo voltar com mais cinco assim que possível =)

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#1 – Aconteceu essa semana

Estou sem computador. O meu notebook resolveu me abandonar, sem se despedir, do dia para a noite e levou com ele tudo que eu tinha. Tudo isso, depois de mais de 4 anos de relacionamento. Tudo bem que eu estava usando o notebook do trabalho – acho que ele já desconfiava. Mas sabe como é, né? Depois de tanto tempo junto. Notava um pouco de desânimo da parte dele, e da minha também.

O outro era mais jovem, bem mais rápido, mas pelo menos funcionava. Enfim… Isso tem complicado um pouco as postagens, acho que estou cobrando muito do novinho.

De qualquer forma, arrumei um outro para fazer o post de hoje. E como é domingo, não poderia deixar de contar o que me fez feliz nessa semana, dentro e fora da internê.

Na internê

ca. 1992 --- Musician Courtney Love --- Image by © Alan Levenson/CORBIS OUTLINE

A Letícia Souto do maravilhooooso Lugar de Mulher fez um post muito bom sobre ser a namorada do guitarrista. O texto me lembrou uma outra coisa que aconteceu comigo recentemente, mas acontece o tempo todo: Eu estava no bar com uns amigos, eu, outras duas meninas e um cara. Estávamos lá, numa conversa super agradável quando somos interrompidos pela primeira pessoa (aqui em São Paulo é praticamente impossível não ser interrompidos por pessoas pedindo dinheiro, cigarro, chorando, tentando vender sua arte… enfim.). O rapaz pediu um cigarro, como eu era a única fumante da mesa e por ele ter sido simpático, dei um cigarro. E foi nessa hora que, para minha surpresa, ele virou para o único homem da mesa (que sequer fumava) e o agradeceu. Meu amigo, como é uma pessoa maravilhosa e de bom senso, virou para o pedinte e disse que ele tinha que agradecer a mim, e não ele. O cara enrolou, enrolou e no final acabou soltando “ah vc é o único homem, né… mas obrigado, moça”. Mandei o cara ir embora antes que eu me arrependesse do cigarro dado. Na mesma noite, isso se repediu quando dei R$1,00 para um senhor. E aí eu me liguei que talvez isso aconteça SEMPRE. Mas só agora eu tive noção da gravidade. O que fazer? Como agir quando isso acontecer? É o que venho pensando desde então…

 

aborto-ilegal1

O Leonardo do Deve Ser Isso?! fez um texto ótimo falando sobre como funcionam as clínicas de aborto ilegal no Brasil, tudo isso inspirado pela história da empregada doméstica que foi presa após deixar o bebê em uma sacola.

 

billie-holiday-cantando

E ainda essa semana no Deve Ser Isso?! teve um post muito bom com uma lista de 12 músicas de protesto que você precisa ouvir. Sério, precisa. A lista vai de Nina Simone lá nos EUA, passa por Chico Buarque no Rio, depois vem para São Paulo com o Titãs e volta para o Rio nos primórdios do funk carioca de Cidinho e Doca, que contam para gente o que eles querem (que é ser feliz e andar tranquilamente na favela onde nasceram =D ).

Blogs da semana

Tenho acompanhado o RotaRoots e estou descobrindo blogs bem legais. Sendo assim, porque não compartilhar?

Salateando
Blog da Stephanie. Uma fofa, vi o blog, achei tudo lindo e me identifiquei de cara com o texto sobre a vontade de escrever num blog, rolou aquela identificação.

Red Behavior
Blog da Duds, que conta tudo sobre cultura pop de um jeito divertídissimo. Eu nem fazia ideia que o Die Antiwood viria tocar no Lollapalooza. Primeiro porque sou sempre  a última a saber dessas coisas e, segundo, pq depois da minha experiência com o festival (conto em um próximo post) prefiro nem ficar sabendo das bandas que irão.

Blog da Ba Moretti
Conheci clicando no link, do link, do link, do link… e quando vi estava lendo os posts da terceira página e rindo alto com algumas histórias.

Fora da internê

Ainda estou tentando encaixar as postagens no blog na minha rotina. Minha ideia são posts diários, tenho uma lista com várias ideias para escrever. Só me falta organização. Mas em breve, teremos posts diários por aqui. =D

>> Essa semana não fiz nada além de trabalhar como uma fdp. Domingo passado acordei cedo e com pique de ir correr, apesar da paisagem, consegui fazer isso somente um dia na semana :(

 

>> O feriado foi 100% familiar (e eu sobrevivi!!!): Casamento da prima no sábado, encontro da família por parte de vó no domingo e aniversário do meu pai hoje. UFA!   

êtcha.

Uma foto publicada por Bruna Dias (@brunacooper) em

 

>> E antes de ir, deixarei uma dica de disco para ouvir durante a segundona. Amo esse disco, muito:

 

 

Boa semana! =)

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Rockstars: glitter, laquê e salto alto

Eu acho engraçado quando as pessoas fazem referência a um visual “rock n’roll” e logo pensam em camisetas do Iron Maiden, pulseiras de spike, cabelo preto comprido na cara, olho preto, batom preto… enfim, essa coisa gótica suave (ou não) que tá todo mundo usando com bom senso, na minha época, usávamos sem bom senso mesmo.

 

Obviamente, toda essa referência visual vem de décadas e, no meu ponto de vista, hoje em dia é tudo misturado. Batom preto, camisa de flanela, camiseta de banda, calça rasgada, spikes… dá pra ver a influência da música em todos os detalhes e cada um de um movimento musical diferente.

 

No entanto, existe o patinho feio. E ele usa pluma, glitter, onça e salto plataforma.

 

Farofa. Glam Rock. Hair Metal. O Guilty Pleasure de alguns é o meu Proud Pleasure.

 

Cresci ouvindo rock farofa: Guns n’ Roses, Motley Crue, Poison, Mr. Big, Tigertailz, KISS, Alice Cooper, Vixen, Bon Jovi e mais uma centena de banda onde os integrantes usavam (alguns ainda usam) mais maquiagem do que eu já usei em toda minha vida. Juro, nem em casamentos eu consigo usar tanta maquiagem, ainda bem.

 

Sabe o Jon Bon Jovi? Lindo né? Não existe uma mulher em sã consciência que não morra de tesão por esse homem. Sua vó, sua mãe, sua tia, você. Ele agrada a família toda.

 

 

bon-jovi-ui

 

 

Mas e vestido desse jeito?

 

 

bon-jovi-brega

 

 

Embaçado né. Mas vamos analisar com calma…

 

Economicamente, culturalmente, socialmente… a década de 80 foi uma década de merda no mundo inteiro. Guerra fria chegando ao fim, os baby boomers se tornaram adolescentes, a raiva toda já tinha passado, as pessoas estavam um pouco mais libertas mas ainda estava tudo uma bosta. Todo mundo meio perdido, sem grana, desempregado e etc.  Resumindo, que fique claro que não sou nenhuma historiadora, mas os anos 80 não são conhecidos como “a década perdida” à toa. E isso não foi só aqui no Brasil, não.

 

Tá, Bruna. Mas onde você quer chegar? Bem, ninguém queria pensar em nada. O Bob Dylan já tinha pensado em política. O The Clash já havia gritado de raiva. Robert Plant já tinha falado sobre amor e o Black Sabbath já havia contado um pouco sobre as trevas e o capiroto. O que sobrou? FESTA CARAI!

 

A vibe era mais ou menos assim: “Vamos ficar bonitos, encher a cara, usar as droga tudo e transar com todos e tudo! E ah, vamos cantar sobre isso. Mas nada impede de falar um pouquinho sobre política, nem gritar de raiva, nem falar sobre amor. Aliás, vamos falar muito sobre amor de um jeito bem piegas. E aí a gente fala um pouco sobre o  diabo também, porque afinal, nada disso é cristão.”

 

Ok. Nada que ninguém tivesse feito anteriormente. Mas quando você vê uma foto de pessoas vestidas desse jeito, o que você pensa?

 

 

ugly

 

 

EXAGEIRO!

 

O primeiro do lado esquerdo, namorou por alguns anos a Kat Von D e o primeiro da direita foi casado com a Pamela Anderson.
O primeiro do lado esquerdo, namorou por alguns anos a Kat Von D e o primeiro da direita foi casado com a Pamela Anderson.

 

nitro
Tanto cabelo que nem cabe na foto.

 

O terceiro da esquerda para a direita, teve recentemente, um reality show de namoro.
O terceiro da esquerda para a direita, teve recentemente, um reality show de namoro.

 

Aposto que agora você acha aquele cabelo da sua mãe super discreto, né?

 

Bem, como eu disse, eu acho demais todo esse exageiro. Mas gosto de deixar bem claro que isso só ficava bom nos anos 80 E OLHE LÁ, NÉ MIGXS!

 

Enfim, por trás de trevas e cantos para o demonho também tem muito glitter e uma alma toda travestchy. E mesmo que você seja adepto dos neo-góticos, um glitterzinho aqui e uma oncinha ali não faz mal.

 

 

 

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#100disco100dias ~ Disco 1: Fleetwood Mac – Rumours

Antes de mais nada, preciso explicar o óbvio: Vou tentar voltar a postar nisso aqui, não que algum dia eu, de fato, tenha postado com certa frequência a ponto de ter alguém (além de mim) que se importe com isso. Mas caso tenha (valeu aí, hein!), tô aqui.

Sem muitas explicações sobre o porque e muito menos sobre o “pra que” disso, é que eu ressucito a minha tag (sim, gente. minha. eu comecei isso no Facebook esse ano, tiveram alguns adeptos mas lógico que eu desencanei depois de 10 discos) #100discos100dias. Consiste em basicamente, postar um disco durante 100 dias. Como a ideia é minha (e eu faço do jeito que eu quiser), não será algo diário. Talvez semanal. O importante é que chegue a 100.

Sem mais enrolação, tá aqui o disco que eu escolhi pra essa semana:

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Esse é o melhor disco para começar uma segunda-feira. Se você é do tipo que odeia as segundas, isso vai te alegrar. Caso você seja igual a mim, do time daqueles que amam segunda-feira, seu dia vai começar tão animado quanto todos os dias das princesas da Disney.

O Rumours é o décimo primeiro disco do Fleetwood Mac e o mais significativo da carreira da banda. Todas as composições foram feitas separadamente pelos membros da banda, exceto The Chain onde todos participaram. As músicas que com certeza você já ouviu mas não lembra, são: Don’t Stop, Dreams e Go Your Own Way.

Inclusive, talvez vocês lembrem de Dreams porque o The Corrs (aquela manda das três irmãs que tinha uns violinos e tal) regravou no final da década de 90.

E sem mais blá, blá, blá… Fiquem com essa coisa maravilhosa e boa segunda! =D

 

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